Perguntas Frequentes
Caso você tenha mais alguma dúvida sobre os exames ou qualquer outro aspecto relacionado ao atendimento pediátrico, entre em contato que nossa equipe estará à disposição para ajudar.
O médico cardiologista pediátrico é responsável por cuidar de crianças e adolescentes com problemas relacionados ao coração e aos grandes vasos do sistema circulatório (veias e artérias). São dois grandes grupos de doenças: as congênitas (a criança já nasce com elas) e as adquiridas durante a infância e adolescência.
A atuação deste especialista envolve ainda a avaliação de risco cirúrgico, o acompanhamento de crianças em treinamento físico e o seguimento de crianças com doenças sistêmicas (obesidade, diabetes, hipertensão arterial e sedentarismo), síndromes genéticas que causam alterações cardíacas ou ainda aquelas que necessitam de algum medicamento com potencial risco de alteração do ritmo ou de função cardíaca, como psicoestimulantes, anticonvulsivantes ou quimioterápicos.
Seu trabalho pode ser iniciado antes mesmo do nascimento dos pacientes, por meio do acompanhamento das gestantes para identificar arritmias ou doenças cardíacas fetais.
Essa formação especializada é super importante, já que o coração das crianças não é igual ao dos adultos.
Não, são formações distintas. Na Cardiologia Pediátrica, a formação destina-se à área específica da Pediatria e, por se tratar de alterações presentes ao nascimento, o acompanhamento pode ter início na gestação.
As doenças cardíacas das crianças não são as mesmas doenças cardíacas dos adultos. Na Cardiologia Pediátrica o profissional é treinado, dentre outros, para realizar o diagnóstico e tratamento de doenças cardíacas congênitas, ou seja, presentes desde o nascimento, e na Cardiologia de Adultos, o profissional tem o seu estudo e formação baseados nas doenças adquiridas com a idade, com causas, métodos diagnósticos e tratamentos diferentes das cardiopatias identificadas nas crianças.
– Quando a criança apresentar sinais e sintomas como: cansaço, dificuldade para mamar, dificuldade em ganho de peso, extremidades frias, suor excessivo, extremidades frias, dor torácica, coração acelerado/palpitações, lábios, dedos e unhas arroxeados ou azulados (cianose), desmaios, sopro cardíaco, entre outros.
– Quando a criança realizar atividade física regular.
– Quando a criança for submetida a procedimento cirúrgico ou outros procedimentos com anestesia, ela deverá realizar o Risco Cirúrgico.
– Quando a criança for realizar tratamento com medicações psicoestimulantes, anticonvulsivantes ou quimioterápicos.
Estas são algumas das indicações de quando agendar uma consulta com o cardiologista pediátrico.
O ecocardiograma fetal está indicado para TODAS as gestantes.
O período ideal a ser realizado é entre a 24ª e 28ª semana de gestação, quando são obtidas as melhores imagens cardíacas do feto.
É possível realizar este exame após a 28ª semana, porém, sabe-se que quanto mais avançada a gestação mais difícil será a visualização adequada das estruturas cardíacas.
Como exame de ultrassom, o ecocardiograma não é invasivo, não oferece riscos ao paciente, não o expõe à radiação, e não requer nenhum tipo de sedação, sendo que apenas algumas orientações específicas para os pais podem facilitar muito a realização do exame.